terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Meu corpo todo dói, e não é pela doença, é pelo sentimento de falta. NUNCA SENTI TANTO A SUA FALTA. Nunca tive tanta vontade de escrever para tentar expressar como eu me sinto, que ninguém vai entender que não seja as palavras. Cada maldita parte do meu corpo dói por entender, finalmente, o quão sozinha eu fiquei depois que você me deixou. Me deixou porque não podia mais ficar, porque você também tinha entendido que a partir daquele momento, nada mais poderia mudar. Você era o amor da minha vida, e cada maldita hora que eu me lembro de nós, eu penso: porque não tivemos um minuto a mais? Um dia  mais? Um ano a mais? Uma foto a mais? Você me ensinou que nem sempre vamos estar sozinhos, mas quando estivermos, a solidão tem que ensinar algo que nos fortaleça, que nos deixe melhor e prontos para uma nova estação de felicidade ou porque não, de solidão. Você me ensinou a sempre buscar tudo o que preciso, e a nunca, Nunca, NUNCA, depender de ninguém para que um sonho de torne realidade. HOJE, eu entendi o que isso significa: não depender de ninguém. Não depender de ninguém significa nunca esperar nenhum tipo de ajuda, nunca imaginar que uma pessoa que sempre foi da forma que foi, da maneira que foi, com a vida que teve, poderia instantaneamente como em um macarrão de microondas, ter a mesma ou uma visão parecida que você a respeito da vida. É estranho finalmente entender que se um dia eu der as costas, não tenho mais para a onde voltar. Uma pequena pausa: COMO É BOM ESCREVER, LIBERTA A ALMA! 
Não porque não existam casas para voltar, mas porque não existem pessoas para voltar, como se eu quisesse reviver memórias ou ter momentos que eu nunca tive, que nunca poderiam existir, pois o rumo da vida não foi esse. 
Ah, como eu amo as pessoas que estão na minha vida hoje. As pessoas que estão, não às pessoas que vivem passando, como se fossem uma parte da minha vida que eu deveria contar aos outros. 
Hoje eu finalmente entendi o que é estar sozinha. Eu finalmente compreendi a forma de fazer planos e ir atrás dos seus objetivos sem depender de ninguém. Mesmo que o esforço, a luta, a garra, às vezes pareçam maiores que minhas próprias costas, só para que eu possa ter o privilégio de dizer o que você sempre me disse: Faça valer a pena. É mãe, eu fiz. 

sábado, 17 de novembro de 2012

A velha!

Colocando em ordem essa bagaça! Tanto tempo ser vir aqui, textos perdidos na máquina.
Chegou a hora de atualizar.

"Momento de inspiração. Acho bem relevante o fato de como a promiscuidade virou uma coisa natural. Aliás, quem não é promíscuo é que se tornou estranho, fora de moda, não usual. Como pequenos momentos de prazer tomaram as proporções de grandes amores, de fidelidade, de respeito mútuo  e por fim, do eu chamo de prazer duradouro.
Afinal, existem coisas que eu nunca vou entender, o que é muito bom, já que eu não pretendo entender tudo na vida. Mas se tem uma coisa que eu nunca vou entender é como o desejo é capaz de controlar a vida das pessoas. Como o desejo do corpo de outra pessoa é capaz de conduzir a um erro, a um momento, a um descontrole, a uma “rapidinha” casual. Quando foi que o respeito saiu de moda, e o chamar uma garota de gostosa na rua passou a estampar as vitrines do comportamento?
Uma velha de vinte anos."

Cósmico!

Para deixar claro, escrevi isso em 24 de outubro de 2012, em meios à meus devaneios pessoais. 
Se alguém irá ler? Pouco sei, mas deixo aqui como registro de meus pensamentos. 

Enquanto eu prometia mudanças, me levava cada dia por pensamentos inúteis, idéias antigas, e detalhes que não fazem o menor sentido. Não que eles nunca tivessem sentido antes, porém hoje já não fazem diferença tantos detalhes, tantos momentos, tantas lembranças.
As crises me cansam. O mundo me cansa, assim como o tipo de pessoas que o mundo constrói, todos os dias.
Me cansa escolhas erradas que me acrescentam o mínimo quando deveriam me acrescentar o máximo. Deixar de ter o conceito ‘life is to be living’ para preocupar-se com quem menos merece preocupação. Assumo, estou em crise. Crise por nenhum motivo, crise por todos os motivos. É temporário, mas bem faz para refletir.
Finalmente, voltei a escrever. Voltei a sentir o eu interior que há tempos morria enquanto minhas escolhas deixavam de ser feitas, ou minhas escolhas eram feitas de maneira equivocada. Porque, existem momentos na vida que você simplesmente está cansada de saber quem está com você, quem você quer que esteja, quem você confia, o que você quer, e como quer se olhar no espelho daqui há vinte anos.
Não ser uma pessoa que se frustrou por planos que não realizou com medo de tentar. Que não disse não quando era necessário. Que não soube se impor e manter sua opinião, que não seguiu preceitos. Escrevo para saber perfeitamente o tipo de pessoa que não quero ser, e sinceramente, desejaria que você, que está do outro lado lendo esta velha de vinte anos, também não fosse.
Seguir princípios e se desviar deles em troca de memoráveis lembranças. Manter seu objetivo inicial apesar das inúmeras pedras pelo meio, pelos lados, pelas barreiras do caminho.
Realize-se fazendo aquilo que deseja não importa se você tem dez, quinze ou noventa e cinco anos.
Me cansa saber que tenho pensamentos repetitivos, no sentido de, sempre dizer o mesmo, e praticar menos de cinco por cento daquilo que proponho.
Mas sinto dizer à aqueles que pouco acreditam, pouco pensam, que, é agora ou agora.

“A falling star fell from your heart and landed in my eyes. I screamed aloud, as it tore through them. And now it’s left me blind. The stars, the moon, they have all been brown out. You left me in the dark, no dawn, no day. I’m always in this twilight in the shadow of your heart. And in the dark I can hear your heartbeat. I tried to find the sound but then it stopped and I was in the darkness. So darkness I became. I took the stars from my eyes and then I made the map and knew that somehow I could find my way back. Then I heard your heart beating, you were in the darkness too. So I stayed in the darkness with you.”
(Florence + The Machine – Cosmic Love)

terça-feira, 24 de maio de 2011

Você está impondo barreiras, iludindo suas perspectivas quando você deveria simplesmente seguir, vivendo, deixando-se levar por energias e sensações que apenas os pequenos momentos podem proporcionar. Publicamente, escrevo à vocês que tem medo de arriscar e de dizer o que realmente pensam, em tentar unicamente a chance tão almejada da felicidade.
Afinal, você pode estar no lugar certo porém sem saber o que fazer. E, particularmente: crie vergonha, arrisque-se. Lembre-se: você não necessita de um abraço quando não tem coragem de dá-lo. Pare de omitir aquilo que você já tem certeza.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Primeiro a gente idealiza o único homem da nossa vida, como se ele fosse excessivamente importante para a manutenção da sua vida e o último que estará ali com você. E cria todas aquelas ilusões mirabolantes de contos de fadas. Apesar que, nós colocamos bem mais detalhes do que as simples histórias de fadas. Mas daí, você recebe como visitantes indesejáveis a decepção, a tristeza e a vergonha como os grandes vilões da história que relembrando, você mesma montou. Você percebe pela primeira vez que tem que usar o tapete que a vida te deu para chacoalhar a poeira. Só que, como moeda de troca pela sua felicidade, você toma a decisão de seguir em frente mesmo que todos digam que você caminha em areia movediça por seus próprios sonhos ainda guardados.
Mas então, o tempo passa, as dores amenizam e você percebe verdadeiramente que o sofrimento é opcional. Que existem homens de menos e alumínio demais nessa história toda. Se dá conta de que nem sempre as melhores escolhas te levarão aos melhores lugares.

sábado, 16 de abril de 2011

"Deixe eu te abraçar pela última vez. É a última chance de sentir de novo. Mas você partiu meu coração e agora eu não consigo sentir mais nada. Quando eu te amo, é tão falso, eu nem ao menos consigo me convencer. Quando estou falando, é a voz de outra pessoa. Isso me dilacera. Eu tentei resistir, mas isto machuca demais. Eu tentei perdoar, mas isso não é o suficiente para fazer tudo ficar bem. Você não pode tocar com cordas partidas, não pode sentir nada que o seu coração não queira sentir e eu não consigo dizer nada que não seja verdade. A verdade machuca, e a mentira, mais ainda. Como eu posso dar mais? Quando eu te amo um pouco menos que antes. O que nós estamos fazendo? Estamos nos transformando em pó, jogando em casa as ruínas de nós. Correndo em direção ao fogo, quando não há ninguém mais para salvar. É como se estivesse correndo atrás do último trem quando já é tarde demais. Tarde demais. Deixa eu te abraçar pela última vez. É a última chance de sentir de novo." (James Morrison)


Quando você pensa decidir seu futuro mas está presa aos feitos do passado, isso não é decisão, é omissão. Quando você não pode reescrever um capítulo de sua vida pelos muitos erros que há nele, isso não é incapacidade, é consequencia. Quando se escolhe viver intensamente uma história, concordando em correr os riscos que só uma aventura pode proporcionar, isso não é descuido, isso é admitir. Escolha um novo começo para sua vida, todos os dias, e viva cada segundo de forma inevitavelmente feliz. Eu só mudei o caminho, mas ainda pretendo chegar no mesmo lugar. Foi apenas uma questão de escolha.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Porque depois de boa parte de uma história, temos que ficar com o que sobrou da escolha de outros? É, das escolhas dos outros.

Engraçado como, as escolhas que os outros tomam, nos afetam muitas vezes diretamente. Não, meu coração pode até ser burro, mas minha razão ainda controla boa parte daquilo que tenho como meta. Realismo demais, porque o ideal já deixou de ser há muito.

"As experiências da vida é que constrõem nossa história", ouvi isso e nunca mais parei de pensar. Até então, não faziam sentido, hoje, estou virando a página de uma antiga história. Afinal, todos merecem a chance de um novo recomeço, de um novo capítulo, para o best-seller da vida.

Figurativamente, estou matando meu coração. Destruindo sentimentos que me fazem ter ilusões mirabolantes de coisas que não vão acontecer, não importa o tempo ou a situação em que eu espere que melhorem. Estou sofrendo. Cada dia é uma marca nova que surge. Cada cicatriz é a lembrança do que eu não devo repetir no futuro.

As relações com as pessoas começam como uma página em branco. Cada atitude, cada palavra, cada momento, é registrado com os detalhes imprescindíveis de sensações e sentimentos. Você, você que está aqui, já não é mais uma página em branco. Vamos apagar o passado? Nas páginas em branco das relações, não se pode voltar, se escreve a caneta.

Não se constrói uma nova história em prédios antigos arruinados. Porque a estrutura está ruim, a essência das relações está afetada, e isso não se muda com uma nova pintura, uma nova mobília, e um tapate de boas vindas. O que permaneceu no passado, como vaga lembrança, tem um bom motivo para permanecer lá. Te ensinou, te fez sofrer, e te fez importante demais: crescer.

quarta-feira, 9 de março de 2011

A cada dia você acaba percebendo porque muitas coisas são como são. Não porque elas deveriam ser assim, mas porque as circunstâncias, as situações e as atitudes frente a estas foram justamente essas. Que um vício, seu ou de outrem, pode ensinar muito sobre o modo de vida de outros, e te ensinar ainda mais sobre o que você quer pra sua vida. Percebe que a fraqueza é algo inerente a todos nós imperfeitos, porém, você pode escolher vencê-la ou utilizar inúmeros instrumentos para ocultá-la. Vê que a vida que você leva hoje e as consequências disso para todo o restante são resultados de escolhas pela metade, acomodação, e orgulho mal colocado.
Veja, seu ponto de vista está distorcido? Ou seu sofrimento é realmente sobressalente a maioria?
É. Você pode escolher ser o que quiser, mas como todo o mas, você terá que escolher o esforço, a luta, as noites sem dormir ou não, em troca daquilo que você colocou como meta, como foco, como objetivo a perseguir. Do que você tem medo? Descubra qual o seu medo, e então mais fácil ficará vencê-lo. Não há bons portos para quem ainda não definiu onde chegar. Arrisque-se, afinal, o não dado pela vida você já tem. Aprenda a ser mais paciente e verá que as circunstância do ínicio serão aqueles bons resultados que você tanto espera. É, eu ainda me assusto com a sua imagem em cada esquina, e mesmo assim, não fraquejei. Aliás, é tempo de reagir. Seus fantasmas internos já estão em guerra há muito, só você ainda não percebeu.
Mas que bagunça! A vida é mesmo uma grande novela mexicana.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Quis conhecer tantos os homens que hoje nenhum deles me encanta. Quis saber sobre suas respostas prontas, seus dilemas, e suas infalíveis falíveis cantadas que hoje prevejo a maioria das frases que são ditas à mim em uma tentativa de burlar minha própria tese sobre meus relacionamentos com os homens em geral. Porém, ainda me fascino com aqueles que me fazem rir. Bom humor deve ser inevitável em quaisquer situações. Pedir demais? Acho que é pedir de menos. E em meio ao que tanto pensei, bolei, lidei e passei que, resolvi ficar sozinha. Sozinha acompanhada por meus pensamentos, esperando o momento apenas oportuno para dizer sim. A uma nova história, a um novo momento, a novas boas recordações. Vale a pena esquecer para lembrar.
Eu exigi tanto de mim que hoje, já não faço mais exigências. Vivo um dia de cada vez já que pode-se aprender muito por apenas observar.
Demorei a entender que possibilidades vem e vão, e você pode criá-las todos os dias. Você pode escolher aceitar, ou não aceitar, tudo depende do quanto você pensa, e do quanto a outra pessoa está disposta a esperar para viver com você. Que talvez, você não possa mudar sua situação original mas já faz muito por mudar sua atitude e suas respostas frente as perguntas. As diferenças dentro de cada pertinente vírgula prevalecem sob o contexto geral. Fique surpreso ao olhar pequenos detalhes por uma ótica singular. Como clichê, príncipes encantados não existem e meninas já deixaram de ser princesas há muito. São homens encantadores, e machos embrulhados em papel alumínio. Uma diversidade de meninas mulheres que me cansa repetir.
Busco histórias, amores e dias que façam valer a pena. Loucuras de quando em vez.
Realismo demais, surpreenda-me.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

As coisas são como são porque justamente você não resolveu mudar e tomar uma atitude para que tudo fosse diferente. Você pode reclamar, bater o pé porque simplesmente sua vida parece não sair do lugar mas perceba que você é que ainda está parado. Insistindo em relações que chegaram ao fim, em pessoas que não querem aceitar sua ajuda, em vícios que estão te auto destruindo, em situações que merecem seu ponto final. Desgastante, contínuo esforço e determinação são as palavras que me rodeiam para definir mudança. Os dias estavam passando e eu percebi que tudo estava mudando, menos a minha reação diante do que ia surgindo à minha frente. Eu não entendo porque fiquei tão inerte aos acontecimentos quando minha razão gritava a solução para tudo aquilo que me cercava para a destruição. Sempre tive em mente a famosa frase de Fernando Pessoa:"Tudo o que acontece na vida, acontece sempre por alguma razão". Admito que demorei para entender as razões para tantos conflitos internos e externos e tantas, tantas dúvidas. Demorei para entender que alguns não estarão com você durante toda a parte de sua vida, porque simples e objetivamente, já cumpriram seu papel conosco, naquele momento, importante da nossa vida. Lembrar que, em qualquer relação, você sempre tira algum aprendizado, por mais doloroso que este possa parecer, e mais dificil que possa ser aceitar, você sempre aprende. Você amadurece a partir do momento que reconhece que aquilo que fez, foi ou não um erro. Amadurece quando tem capacidade suficiente de mudar a rota se a tempestade estiver muito intensa pelo caminho que está trilhando. Observa que, tudo pode continuar exatamente igual, ou exatamente diferente, sem fazer qualquer diferença pra você, porque independente do que passa, você já resolveu mudar. E tomar uma atitude, meu caro, em um mundo de pessoas que se omitem por medo do 'e se..' já é uma atitude e tanto.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Sabe o que você ganha quando deixa seu coração ganhar? Bem, isto depende do prêmio que você tem por objetivo receber. E você há de concordar que para o coração, existe uma infinidade de prêmios aceitos. Coração traiçoeiro, coração traiçoeiro! A diferença está entre você almejá-los, ou não. Comecemos pela listagem dos prêmios que você pode conseguir: um coração partido, uma decepção, um tempo ao tempo, um 'quem sabe um dia', uma espera DELE, uma volta DELE, uma opinião DELE, uma perca de concentração momentânea ou duradoura, um futuro incerto e um presente perfeito, e finalmente, o prêmio de maior valor, a metade da laranja, isso mesmo, bem clichê, digo a tampa da panela que te faltava. Ah, mas ... você só alistou prêmios ruins? Não, muito pelo contrário, alistei os prêmios reais, aqueles que muita gente tem que medo só de pensar em recebê-los, cuja probabilidade é maior até chegar a sonhada escolha certa. Nunca vi objeto tão raro que não fosse encontrado, digo como comparante, a escolha profissional. É mais fácil saber escolher o tipo de prêmio que você deseja aceitar? Porque a questão não é o prêmio, mas a competição que você pessoalmente, deseja entrar. Valorize-se e aprenda que nem sempre a melhor competição é a que traz os melhores resultados. Tenha a percepção de saber quais os riscos e benefícios ao escolher determinada competição. Alusão as competições e prêmios, visto que, assim como um corredor, escolha por correr ou seja viver de modo nada incerto, ou seja, para o observador é bem evidente o caminho que você deseja trilhar. Persiga-o e não mude o foco por circunstâncias adversas. Mas lembre-se: manter o foco também significa abandonar aquilo que não te favorece em favor de conquistas maiores.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Reconheci meus reais objetivos na vida, e percebi que muitos dos que eu falsamente almejei são verdadeiros esforços para alcançar o vento. Necessidade de mudar aquilo que me rodeia, que nada me acrescenta força para alcançar meus objetivos. Vi quem realmente sou e o que realmente desejo fazer com a minha vida. Surpresas totalmente inesperadas de uns em troca de um benefício pessoal duradouro. Eu cheguei até aqui para ver o que realmente importa. E o que realmente importa não é viver um dia inconscientemente como se não houvesse amanhã, mas viver cada dia de forma que valha a pena que o amanhã, um dia a mais, exista.
Sabe porque algumas pessoas não cumprem as metas que propuseram para si ao longo do tempo? Porque na realidade, elas não propuseram nada de fato, não para elas mesmas, afinal, você pode convencer todos ao seu redor, mas lembre-se: você nunca poderá enganar a si mesmo. Não prometa aquilo que você verdadeiramente não quer como uma promessa. Cumpra com aquilo que você precisa ter e ser.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Nunca percebi o quão valioso é o silêncio depois desta noite. E que este pode ser a melhor resposta para tudo, exatamente tudo aquilo que venho dizendo há anos. Percebi que em meio a tanto silêncio minha mente borbulha ideias insanas e sem sentido. Que, você pode observar coisas, planejar coisas, mas não pode mudar todas as coisas de lugar. Algumas que você tanto reclama estão e devem permanecer ali, para te lembrar de uma série de aprendizados que você esqueceu, ou de uma série de coisas que você jamais quer repetir. Em prática muitas das coisas que vinha idealizando há meses. Escrevendo pouco, e coloco toda a culpa no meu silêncio que deve estar também calando as ideias que tanto quero colocar aqui. O verdadeiro amor é aquele que incondicionalmente se preocupa com o bem estar da outra pessoa, acima do seu, acima de qualquer coisa que possa te propiciar benefício, não importa a dor que isso possa te causar, ou quanto tempo isto possa durar, simplesmente para ver a outra pessoa ser finalmente... feliz.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Eu arranhei meus joelhos enquanto estava orando. E encontrei um demônio no meu porto mais seguro. Parece que está ficando cada vez mais difícil acreditar em qualquer coisa, do que se perder nos meus pensamentos egoístas. Eu queria saber como seria achar perfeição no meu orgulho. Não ver nada na luz, eu vou desligar, em todo o meu despeito. Em todo o meu despeito, eu vou desligar. E enquanto estive pensando, estive também idealizando e executando muitos dos planos que há muito estavam para serem colocados em ação. Ao perceber que muita coisa mudou, percebi que a mudança também ocorreu em mim. Perspicácia, atitude, conceitos. Tantas coisas para dizer que então resolvi agir e mostrar gradativamente as mudanças, porque é assim que elas devem ser: pouco a pouco. Todas as escolhas e consequentemente tudo aquilo que estas me proporcionaram, boas ou ruins, me levam hoje as decisões que tomo. Não seguir a maioria por simples convenção. A diferença ainda vale mais do que seguir a coletividade. Aos amigos que já não estão por perto, à aqueles que a vida me trouxe como presente, às pessoas que acrescentaram de uma forma ou de outra ensinamentos a minha vida, obrigada. Eu estou preparada. Preparada para o que a vida tiver para oferecer. Preparada para conquistar o tão almejado objetivo. Ciente daquilo que é necessário para uma vida verdadeiramente feliz. Escolhas feitas, natural que as pessoas que por tanto tempo hoje saiam da minha vida, dando espaço a novas histórias, novas conquistas, novas vitórias. Use meu trunfo. "Não importa quantos anos passem, sei que sempre haverá uma parte que é veredadeira como agora, para sempre". Estar disposta a viver uma grande história, e a cometer saudáveis loucuras de quando em vez. Voltar a acreditar naquilo que eu sempre disse, existe. Aquilo que eu sempre disse e deveria registrar. Até mais, então.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Após um período de longas ideias sem nenhuma resolução. Longos pedidos sem qualquer ação. Hipóteses completamente inconsistentes e uma falsa ideia de reformulação, por fim, reformulei. Reformulei aquilo que aqui já escrevi, e aquilo que pretendo escrever a partir de agora. Sem indicações pessoais, ou qualquer insinuação já que todas as anteriores alcançaram exatamente aquilo que era previsivel: um resultado ainda mais prevísivel. Atualizando plano de fundo, cores, formatos e tamanhos. Este blog ficará perfeito, ou pelo menos, próximo a perfeição que eu assim entendo como necessária. Não pretendo ter muitos leitores, mas acredito que há um aguardando com entusiasmo a minha volta, portanto, aqui estou!