Meu corpo todo dói, e não é pela doença, é pelo sentimento de falta. NUNCA SENTI TANTO A SUA FALTA. Nunca tive tanta vontade de escrever para tentar expressar como eu me sinto, que ninguém vai entender que não seja as palavras. Cada maldita parte do meu corpo dói por entender, finalmente, o quão sozinha eu fiquei depois que você me deixou. Me deixou porque não podia mais ficar, porque você também tinha entendido que a partir daquele momento, nada mais poderia mudar. Você era o amor da minha vida, e cada maldita hora que eu me lembro de nós, eu penso: porque não tivemos um minuto a mais? Um dia mais? Um ano a mais? Uma foto a mais? Você me ensinou que nem sempre vamos estar sozinhos, mas quando estivermos, a solidão tem que ensinar algo que nos fortaleça, que nos deixe melhor e prontos para uma nova estação de felicidade ou porque não, de solidão. Você me ensinou a sempre buscar tudo o que preciso, e a nunca, Nunca, NUNCA, depender de ninguém para que um sonho de torne realidade. HOJE, eu entendi o que isso significa: não depender de ninguém. Não depender de ninguém significa nunca esperar nenhum tipo de ajuda, nunca imaginar que uma pessoa que sempre foi da forma que foi, da maneira que foi, com a vida que teve, poderia instantaneamente como em um macarrão de microondas, ter a mesma ou uma visão parecida que você a respeito da vida. É estranho finalmente entender que se um dia eu der as costas, não tenho mais para a onde voltar. Uma pequena pausa: COMO É BOM ESCREVER, LIBERTA A ALMA!
Não porque não existam casas para voltar, mas porque não existem pessoas para voltar, como se eu quisesse reviver memórias ou ter momentos que eu nunca tive, que nunca poderiam existir, pois o rumo da vida não foi esse.
Ah, como eu amo as pessoas que estão na minha vida hoje. As pessoas que estão, não às pessoas que vivem passando, como se fossem uma parte da minha vida que eu deveria contar aos outros.
Hoje eu finalmente entendi o que é estar sozinha. Eu finalmente compreendi a forma de fazer planos e ir atrás dos seus objetivos sem depender de ninguém. Mesmo que o esforço, a luta, a garra, às vezes pareçam maiores que minhas próprias costas, só para que eu possa ter o privilégio de dizer o que você sempre me disse: Faça valer a pena. É mãe, eu fiz.
Escritos
Aquilo que eu sempre disse que deveria registrar.
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
sábado, 17 de novembro de 2012
A velha!
Colocando em ordem essa bagaça! Tanto tempo ser vir aqui, textos perdidos na máquina.
Chegou a hora de atualizar.
Chegou a hora de atualizar.
"Momento de inspiração. Acho bem relevante o fato de como a
promiscuidade virou uma coisa natural. Aliás, quem não é promíscuo é que se
tornou estranho, fora de moda, não usual. Como pequenos momentos de prazer
tomaram as proporções de grandes amores, de fidelidade, de respeito mútuo e por fim, do eu chamo de prazer duradouro.
Afinal, existem coisas que eu nunca vou entender, o que é
muito bom, já que eu não pretendo entender tudo na vida. Mas se tem uma coisa
que eu nunca vou entender é como o desejo é capaz de controlar a vida das
pessoas. Como o desejo do corpo de outra pessoa é capaz de conduzir a um erro,
a um momento, a um descontrole, a uma “rapidinha” casual. Quando foi que o
respeito saiu de moda, e o chamar uma garota de gostosa na rua passou a
estampar as vitrines do comportamento?
Uma velha de vinte anos."
Cósmico!
Para deixar claro, escrevi isso em 24 de outubro de 2012, em meios à meus devaneios pessoais.
Se alguém irá ler? Pouco sei, mas deixo aqui como registro de meus pensamentos.
Se alguém irá ler? Pouco sei, mas deixo aqui como registro de meus pensamentos.
Enquanto eu prometia
mudanças, me levava cada dia por pensamentos inúteis, idéias antigas, e
detalhes que não fazem o menor sentido. Não que eles nunca tivessem sentido
antes, porém hoje já não fazem diferença tantos detalhes, tantos momentos,
tantas lembranças.
As crises me cansam. O mundo
me cansa, assim como o tipo de pessoas que o mundo constrói, todos os dias.
Me cansa escolhas erradas
que me acrescentam o mínimo quando deveriam me acrescentar o máximo. Deixar de
ter o conceito ‘life is to be living’ para preocupar-se com quem
menos merece preocupação. Assumo, estou em crise. Crise por
nenhum motivo, crise por todos os motivos. É temporário, mas bem faz para
refletir.
Finalmente, voltei a
escrever. Voltei a sentir o eu interior que há tempos morria enquanto minhas
escolhas deixavam de ser feitas, ou minhas escolhas eram feitas de maneira
equivocada. Porque, existem momentos na vida que você simplesmente está cansada
de saber quem está com você, quem você quer que esteja, quem você confia, o que
você quer, e como quer se olhar no espelho daqui há vinte anos.
Não ser uma pessoa que se
frustrou por planos que não realizou com medo de tentar. Que não disse não
quando era necessário. Que não soube se impor e manter sua opinião, que não
seguiu preceitos. Escrevo para saber perfeitamente o tipo de pessoa que não quero
ser, e sinceramente, desejaria que você, que está do outro lado lendo esta
velha de vinte anos, também não fosse.
Seguir princípios e se
desviar deles em troca de memoráveis lembranças. Manter seu objetivo inicial
apesar das inúmeras pedras pelo meio, pelos lados, pelas barreiras do caminho.
Realize-se fazendo aquilo
que deseja não importa se você tem dez, quinze ou noventa e cinco anos.
Me cansa saber que tenho
pensamentos repetitivos, no sentido de, sempre dizer o mesmo, e praticar menos
de cinco por cento daquilo que proponho.
Mas sinto dizer à aqueles
que pouco acreditam, pouco pensam, que, é agora ou agora.
“A falling
star fell from your heart and landed in my eyes. I screamed aloud, as it tore
through them. And now it’s left me blind. The stars, the moon, they have
all been brown out. You left me in the dark, no dawn, no day. I’m always
in this twilight in the shadow of your heart. And in the dark I can hear your
heartbeat. I tried to find the sound but then it stopped and I was in the
darkness. So darkness I became. I took the stars from my eyes and then I made
the map and knew that somehow I could find my way back. Then I heard your heart
beating, you were in the darkness too. So I stayed in the darkness with you.”
(Florence + The Machine –
Cosmic Love)
sábado, 28 de abril de 2012
terça-feira, 24 de maio de 2011
Você está impondo barreiras, iludindo suas perspectivas quando você deveria simplesmente seguir, vivendo, deixando-se levar por energias e sensações que apenas os pequenos momentos podem proporcionar. Publicamente, escrevo à vocês que tem medo de arriscar e de dizer o que realmente pensam, em tentar unicamente a chance tão almejada da felicidade.
Afinal, você pode estar no lugar certo porém sem saber o que fazer. E, particularmente: crie vergonha, arrisque-se. Lembre-se: você não necessita de um abraço quando não tem coragem de dá-lo. Pare de omitir aquilo que você já tem certeza.
Afinal, você pode estar no lugar certo porém sem saber o que fazer. E, particularmente: crie vergonha, arrisque-se. Lembre-se: você não necessita de um abraço quando não tem coragem de dá-lo. Pare de omitir aquilo que você já tem certeza.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Primeiro a gente idealiza o único homem da nossa vida, como se ele fosse excessivamente importante para a manutenção da sua vida e o último que estará ali com você. E cria todas aquelas ilusões mirabolantes de contos de fadas. Apesar que, nós colocamos bem mais detalhes do que as simples histórias de fadas. Mas daí, você recebe como visitantes indesejáveis a decepção, a tristeza e a vergonha como os grandes vilões da história que relembrando, você mesma montou. Você percebe pela primeira vez que tem que usar o tapete que a vida te deu para chacoalhar a poeira. Só que, como moeda de troca pela sua felicidade, você toma a decisão de seguir em frente mesmo que todos digam que você caminha em areia movediça por seus próprios sonhos ainda guardados.
Mas então, o tempo passa, as dores amenizam e você percebe verdadeiramente que o sofrimento é opcional. Que existem homens de menos e alumínio demais nessa história toda. Se dá conta de que nem sempre as melhores escolhas te levarão aos melhores lugares.
Mas então, o tempo passa, as dores amenizam e você percebe verdadeiramente que o sofrimento é opcional. Que existem homens de menos e alumínio demais nessa história toda. Se dá conta de que nem sempre as melhores escolhas te levarão aos melhores lugares.
sábado, 16 de abril de 2011
"Deixe eu te abraçar pela última vez. É a última chance de sentir de novo. Mas você partiu meu coração e agora eu não consigo sentir mais nada. Quando eu te amo, é tão falso, eu nem ao menos consigo me convencer. Quando estou falando, é a voz de outra pessoa. Isso me dilacera. Eu tentei resistir, mas isto machuca demais. Eu tentei perdoar, mas isso não é o suficiente para fazer tudo ficar bem. Você não pode tocar com cordas partidas, não pode sentir nada que o seu coração não queira sentir e eu não consigo dizer nada que não seja verdade. A verdade machuca, e a mentira, mais ainda. Como eu posso dar mais? Quando eu te amo um pouco menos que antes. O que nós estamos fazendo? Estamos nos transformando em pó, jogando em casa as ruínas de nós. Correndo em direção ao fogo, quando não há ninguém mais para salvar. É como se estivesse correndo atrás do último trem quando já é tarde demais. Tarde demais. Deixa eu te abraçar pela última vez. É a última chance de sentir de novo." (James Morrison)
Quando você pensa decidir seu futuro mas está presa aos feitos do passado, isso não é decisão, é omissão. Quando você não pode reescrever um capítulo de sua vida pelos muitos erros que há nele, isso não é incapacidade, é consequencia. Quando se escolhe viver intensamente uma história, concordando em correr os riscos que só uma aventura pode proporcionar, isso não é descuido, isso é admitir. Escolha um novo começo para sua vida, todos os dias, e viva cada segundo de forma inevitavelmente feliz. Eu só mudei o caminho, mas ainda pretendo chegar no mesmo lugar. Foi apenas uma questão de escolha.
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