Primeiro a gente idealiza o único homem da nossa vida, como se ele fosse excessivamente importante para a manutenção da sua vida e o último que estará ali com você. E cria todas aquelas ilusões mirabolantes de contos de fadas. Apesar que, nós colocamos bem mais detalhes do que as simples histórias de fadas. Mas daí, você recebe como visitantes indesejáveis a decepção, a tristeza e a vergonha como os grandes vilões da história que relembrando, você mesma montou. Você percebe pela primeira vez que tem que usar o tapete que a vida te deu para chacoalhar a poeira. Só que, como moeda de troca pela sua felicidade, você toma a decisão de seguir em frente mesmo que todos digam que você caminha em areia movediça por seus próprios sonhos ainda guardados.
Mas então, o tempo passa, as dores amenizam e você percebe verdadeiramente que o sofrimento é opcional. Que existem homens de menos e alumínio demais nessa história toda. Se dá conta de que nem sempre as melhores escolhas te levarão aos melhores lugares.
Mas então, o tempo passa, as dores amenizam e você percebe verdadeiramente que o sofrimento é opcional. Que existem homens de menos e alumínio demais nessa história toda. Se dá conta de que nem sempre as melhores escolhas te levarão aos melhores lugares.
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